Cores de Indochina

Publicado: novembro 27, 2018 em Prosa

Livro – Book trailer

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Tradução – Thiago Santos

BOOK: “COLORS OF INDOCHINA”

THAILAND

(…)

The work was the same every single day. We carried the seeds in large wicker baskets, wore fisherman pants and traditional cone-shaped Vietnamese hats. The seeds were put on plowed, muddy soil. Our feet stood submerged in mud. During working hours there was little talk and no dispersion. Thais are very shy, very dedicated to work. There is a kind of resignation concerning them which is difficult to depict.

(…)

I arrived early at the customs post. The controllers and the police looked sleepy and had grumpy expressions. I held my passport on the right hand, on the other I carried a small suitcase with clothes and objects of primary necessity. That was all. The officers searched everything I had in my bag and then the police found my passport and other documents. — Now you pass there at the counter and pay your entry fee to Cambodia -. After that I was released without further problems. While I was walking towards the baffle gates both the police and the controllers stared at me in a not so kind way.

(…)

CAMBODIA

Now I was on Cambodian land. There occurred something that I had already seen elsewhere. People selling trinkets and passers waliking from one side to the other at any moment. An old man smoking a hand-rolled cigarette, his skeletal face and a sad look, maybe circumspect, wearing tattered clothes and a faded, dirty Panama hat. A child wallows on the ground and now she looks like a young Chinese child with powder on the face, while across the street a mother calms down her crying kid and brings a rubber sandal with an elastic strap to hold the baby’s feet.

(…)

I was paralyzed when I came across the Ankor Temples. There laid a story that I barely knew.

(…)

VIETNAM

(…)

During a fast barge ride one could see from a distance the stone walls along the Hà Long Bay.

(…)

Translated from Portuguese into English by Thiago Santos Cardoso on July 5, 2015, thiagosantos@gmx.net

 

 

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Galeria Gambalaia

Publicado: fevereiro 5, 2018 em Eventos, Literatura e Outras Artes, Poesia

De 19 de janeiro a 19 de março de 2018

Santo André – São Paulo

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Galeria Gambalaia – Espaço de Arte e Cultura

Santo André – São Paulo

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Santo André – São Paulo

Cartaz Chão Arejado

Projeto Gráfico – Sergio Luiz

Edição de Vídeo e Documentário – Lais Rilda

Organização e Produção – Humberto Alex Lima

Aos que vierem depois de nós

Publicado: novembro 17, 2017 em Poesia

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Aos que vierem depois de nós
I
Realmente, vivemos tempos sombrios!
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.

Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Esse que cruza tranqüilamente a rua
não poderá jamais ser encontrado
pelos amigos que precisam de ajuda?

É certo: ganho o meu pão ainda,
Mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica
que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem

(se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: “Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!”

Mas como posso comer e beber,
se ao faminto arrebato o que como,
se o copo de água falta ao sedento?
E todavia continuo comendo e bebendo.

Também gostaria de ser um sábio.
Os livros antigos nos falam da sabedoria:
é quedar-se afastado das lutas do mundo
e, sem temores,
deixar correr o breve tempo. Mas
evitar a violência,
retribuir o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, antes esquecê-los
é o que chamam sabedoria.
E eu não posso fazê-lo. Realmente,
vivemos tempos sombrios.

 

II
Para as cidades vim em tempos de desordem,
quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos
e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

Comi o meu pão em meio às batalhas.
Deitei-me para dormir entre os assassinos.
Do amor me ocupei descuidadamente
e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes
Se sentiam, sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

As forças eram escassas. E a meta
achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente,
ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

 

III
Vós, que surgireis da maré
em que perecemos,
lembrai-vos também,
quando falardes das nossas fraquezas,
lembrai-vos dos tempos sombrios
de que pudestes escapar.

Íamos, com efeito,
mudando mais freqüentemente de país
do que de sapatos,
através das lutas de classes,
desesperados,
quando havia só injustiça e nenhuma indignação.

E, contudo, sabemos
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, os que quisemos
preparar terreno para a bondade

não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.
– Bertolt Brecht (Tradução Manuel Bandeira)

 

Cartaz Chão Arejadoconvite-marcos

 

Faculdade Zumbi dos Palmares – FLINKSAMPA

* Abertura da Exposição Chão Arejado 16 de Novembro.

* Lançamento do livro Chão Arejado publicado agora em 2017 pela Editora Penalux – França & Gorj – 16 de novembro.

* Performance – “faça-me de poesia” – 16, 17 e 18 de novembro.

* Visita Guiada em meio a um bate-papo com alunos e alunas de escolas públicas da cidade de São Paulo – Arte-Educação.

Catálogo Chão Arejado

Publicado: outubro 25, 2017 em Literatura e Outras Artes, Poesia

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Catálogo Chão Arejado disponível para baixar gratuitamente em PDF

Em breve disponibilizaremos o catálogo também em e-book para ser lido nos diversos dispositivos disponíveis, os mesmos dispositivos disponibilizados pela Amazon e Apple para venda de livros em e-book. Oportunamente será disponibilizado também no suporte em papel em galerias de arte em Santo André-SP & São Paulo-SP.

Chão Arejado PDF

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Fórum de Debates
A Voz da Arte

Mesa 1 – A Palavra do Artista

Debates e discussões em torno do artista no seu trabalho transitando entre as diversas linguagens artísticas e suas articulações com outras artes. Atividade com duração entre duas e três horas. Há possibilidades de recital poético, mostra de vídeos e documentários entre outras intervenções artísticas.

Talles Colatino (UFPE),
Marcos Torres
Oriana Duarte (UFPE)
Mediador: Talles Colatino
Dia 16.08.2017 das 9:30 às 12:00 hs

Mesa 2 – Cinema & Recital Poético

Apresentação de filme e recital poético seguido de debate.
Dia 16.08.2017 das 14:30 às 17:00 hs

Mesa 3 – Processualidade, Parcerias e Amálgamas

Debates e discussões no horizonte da arte em processo, parcerias artísticas, amálgamas dentro da arte contemporânea e suas articulações com outras linguagens. Atividade com duração entre duas e três horas. Há possibilidades de recital poético, mostra de vídeos e documentários entre outras intervenções artísticas.

Paloma Vidal (UNIFESP)
Maria do Carmo Nino (UFPE)
Marcelo Farias Coutinho (UFPE)
Patrícia Tenório (PUCRS)
Mediadora: Maria do Carmo Nino
Dia 17.08.2017 das 9:30 às 12:00 hs

Mesa 4 – Teoria e Crítica Literária entre as Linguagens Artísticas

Debates e discussões no horizonte da teoria e crítica literária entre as linguagens artísticas e suas articulações. Atividade com duração entre duas e três horas. Há possibilidades de recital poético, mostra de vídeos e documentários entre outras intervenções artísticas.

Luciene Azevedo (UFBA)
Lourival Holanda (UFPE)
Eduardo Cesar Maia (UFPE)
Mediador: Lourival Holanda
Dia 17.08.2017 das 14:30 às 17:00 hs

Chão Arejado

Publicado: junho 16, 2017 em Eventos, Literatura e Outras Artes, Poesia

Livro – Exposição – Fórum de Debates

 

Esboço cartaz

Livro-Exposição

Publicado: março 29, 2017 em Eventos, Literatura e Outras Artes, Poesia

Em breve!

Livro-Exposição

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