Arquivo de março, 2013

Entrevista sobre Poesia e Literatura

Publicado: março 27, 2013 em Conto

Segue abaixo o link de uma entrevista dada por mim ao Professor de Literatura e Cinema, Pesquisador na área de Cinema, Cultura, Literatura e Mídia e também Colaborador do Portal “Planeta Educação” – Leonardo Campos.

Aproveitem e registrem suas opiniões e críticas

http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=2427

http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=2427
Entrevista sobre Poesia Metafísica – Livro de Marcos Torres | Planeta Educação
http://www.planetaeducacao.com.br

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“Il Viandante”

Publicado: março 24, 2013 em Conto

Il Viandante – Tradução italiana – Com previsão de Lançamento na Itália, em 2014

PRESENTAZIONE DE “IL VIANDANTE”

Tradução e Prefácio – De Mauro Porru

Niente è sicuro nella vita del viandante Thoth Fênix. Sotto il peso di un nome che contempla il divino e la resurrezione, quest’uomo di quasi quarant’anni, di probabile origine egiziana, improvvisamente decide di abbandonare il mondo del lavoro e scollegarsi dalla società degli eccessi, dagli stimoli esasperati, dal traffico, dal rumore. Una società in cui le senzazioni e i fatti sono divorati più che incontrati, le distanze accorciate e i tempi ridotti. Una società che ci dà l’illusione di poter accedere al mondo con più facilità, quando, in realtà ce ne stiamo allontanando. A causa di tutto ciò, Thoth Fênix diventa un viandante, comincia un lungo viaggio senza meta, senza una data definita per tornare. Invece di lasciarsi frastornare dalla frenesia della vita contemporanea, preferisce allontanarsene, dissociarsi dal ritmo superaccelerato della modernità e cerca una condizione riflessiva che gli permetta di recuperare spazi e tempi trascurati o di godersi posti paradisiaci, meravigliosi e spettacolari inesplorati. Con il suo sguardo sensibile che vede dove non si può vedere ad occhio nudo, entriamo in contatto, nello svolgersi della trama, con i posti visitati dal viandante: posti poco esplorati, posti dove tutti vorrebbero andare almeno una volta nella vita.
Simile alle sabbie mobili, la narrazione procede di forma ibrida e frammentaria. Un pastiche intertestuale che, allontanandosi da forme sistemiche e armoniche, assume la configurazione di un collage, in cui si accumulano molteplici citazioni tratte da fonti diverse. Un modo di narrare eclettico che elimina le barriere tra la scrittura ed altri saperi come storia, geografia, architettura, botanica, biologia, antropologia, cinema e poesia.
Un movimento ondulare conduce lo sviluppo della trama narrata in prima persona da Thoth e in terza persona dall’amico Matheus Leão Adonias, suo interlocutore privilegiato e fedele depositario delle sue memorie. Il tempo della narrazione, per la propria conformazione della scrittura che assume toni diaristici, nonostante sembri sicuro all’inizio – São Caetano do Sul, São Paulo, giovedì, sette febbraio duemilaotto. Sono le ore undici e dieci minuti -, nel corso della narrativa diventa incerto, intercalandosi al tempo della storia.
Il grande assente, nel romazo Il viandante, è Eros nella sua accezione di impulso sessuale. La propria voce autoriale avvisa che il testo ha un tono asessuato. Di questo Thoth moribondo che spesso non viene neanche notato, conosceremo appena le sue aspirazioni e le sue debolezza. Assisteremo alla sua ricerca di un Soggetto atemporale e trascendentale; un Essere che barcolla nel buio. Il “fare” di questo viandante, con tutte le sue connessioni riguardo al rapporto della vita con la società, è sostituito dall’ “essere”, tramite i suoi tipici interessi in cui si contempenetrano l’interiorità, l’Io, la sua consistenza, essenza e significato.
Thoth, nel suo estremo desiderio di libertà, sceglie essere “se stesso”, senza cedere alla tentazione di adeguarsi ai ruoli prestabiliti dalla società e dalla cultura in generale e manifesta, alla fine, un’ aspirazione all’eternità, identificandosi con l’ibis, quell’uccello che muore e rinasce dalle ceneri il giorno dopo in un posto sconoscriuto.

Lançamento de “O andarilho

Publicado: março 22, 2013 em Conto

Saiu a data do Lançamento de “O andarilho”, em Salvador. E mais adiante será a vez de São Paulo.

Lançamento de “O andarilho

SALVADOR

Local: Livraria LDM-Multicampi – Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha
Data: Dia 23 de abril de 2013 das 19:00 às 21:00

Sinopse – “O andarilho

A história conta a vida de um moço, Thoth Fênix, que já vai beirando os quarenta anos de idade e, da noite para o dia, toma uma séria decisão: Desconectar-se por alguns momentos do mundo dos negócios, do trabalho, das tarefas profissionais e intelectuais; ausentar-se do barulho da cidade grande, para seguir como um andarilho. Nessas suas andanças mergulha profundamente em um mundo de cores, texturas, aromas; um mundo selvagem, primitivo, fascinante; em lugares pouco explorados onde todos gostariam de ir pelo menos uma vez na vida; outros lugares talvez nem tanto e, outros ainda, onde, talvez, não se faça muita questão de estar. Então, ele quer saber como ainda vivem as pessoas de vida simples, que moram em lugares primitivos, lugares selvagens, no meio da mata, na beira de um rio, em lugares praticamente inabitados ou inóspitos. Thoth parece um desses sujeitos meio estranhos. Parece meio árabe, meio asiático, meio africano, meio europeu, meio índio, meio negro, meio branco, meio mestiço. Sua origem parece não ter terreno. Um sujeito desgovernado vivendo numa terra de ninguém num lugar sem endereço.

Esta é a história de um andarilho e sua observação ao visitar culturas aparentemente díspares. É o choque do desconhecido e do incompreendido; trata-se de um sujeito vivendo com a constante dúvida se algum dia vai encontrar um lugar no mundo que possa viver com o mínimo de sobrevivência. Um moribundo tentando encontrar um lugar sossegado para viver com sua misantropia. Mas há uma sensação de insegurança em toda parte.

Este livro faz parte da trilogia “Impressões Temporárias”(O andarilho (2013), Cores da Indochina (2015), Áurea Negra (2016)), que narra a observação de um personagem visitando culturas aparentemente díspares: Brasil, Tailândia/Indochina e Serra Leoa, entre outras culturas. Os dois livros seguintes vão se processar bem mais adiante no desenrolar dos acontecimentos.

Marcos Torres

Postarei novas informações em tempo oportuno, tanto neste ambiente quanto em minha página pessoal no Facebook